Esse vídeo foi criado para um endomarketing de um laboratório multinacional. O objetivo aqui é motivar os funcionários do laboratório e despertar neles o orgulho de fazer parte dessa companhia. Segue abaixo o texto criado especialmente para essa ocasião.

ORGULHO DE SER GSK

Na vida você pode ter orgulho de muitas coisas.
Você pode ter orgulho de si mesmo.
Da sua beleza…Inteligência
Das suas boas ações…seus valores.
Ou simplesmente da maneira como você aproveita a vida.

Você pode ter orgulho da sua família.
Do seu pai… (De ser pai)
Orgulho até do seu cachorro
Da história da sua vida.
De ver sonhos realizados…E de poder sorrir

Um belo dia você pode acordar e sentir orgulho do seu país
Do time do coração…de toda a humanidade
Ou da sua profissão

Orgulho de ser importante para milhares de pessoas
De ser participativo…colaborador
De fazer parte de uma sociedade
Orgulho de ser cidadão

E até nos momentos mais difíceis,…
Você sente orgulho de ser forte…corajoso… ao mesmo tempo flexível

E acima de tudo,
Você sente orgulho de ser sonhador…otimista…positivo…confiante

Afinal de contas, todos que o cercam,
o seu pai…o seu filho…sua família…os seus colegas de profissão…o seu país…a humanidade e até mesmo o seu cachorro, sentem orgulho em vê-lo contribuir para que toda essa humanidade viva mais, faça mais e sinta-se melhor.

Você faz parte dessa história de orgulho!

Orgulho de ser GSK

Estava relembrando um dia desses em um papo com amigos os comerciais da década de 80 do cigarro Holywood. Um ideal de beleza, status, vigor e saúde. As imagens, as cores e as músicas marcaram uma época. Eu mesmo, criança ainda, não via a hora de me tornar adulto e idependente. De poder fumar e curtir a vida como nos comerciais de Hollywood, O Sucesso. Relembre abaixo com essas duas coletâneas os melhores comercias de Hollywood.

No último sábado, 04 de agosto, acompanhei em Belo Horizonte a estréia da nova turnê dos Engenheiros do Hawaii no Minascentro. Andei lendo a respeito da turnê, do novo disco e DVD, e achei interessante a escolha do título “Novos Horizontes” e, principalmente, da cidade escolhida para o pontapé inicial: Belo Horizonte (não sei se isso foi proposital ou ironia do destino). O que acontece é que após gravar um Acústico MTV (o que hoje não é exclusividade de ninguém) a banda diz ter encontrado uma nova sonoridade, algo bem mais calmo e que a deixaria com um som mais regional (detesto rótulos). Ou seja, saem as guitarras e entram a viola caipira, o bandolin, violões, gaitas, e por aí vai. Diga-se de passagem que essa nova roupagem ficou bem legal, sem falar no cenário que muito me ajudou nas composições fotográficas abaixo. O fato que o tempo passa e os Engenheiros continuam renovando constantemente o seu público. É muito louco ver a garotada cantando com muito mais entusiasmo as músicas novas, de um disco que ainda nem saiu, e não ver mais a mesma empolgação nas canções antigas. Enfim, apesar de tocarem bastante músicas novas (mas pelo visto eles sabiam o que estavam fazendo) o show foi bom e eu ainda fiquei bem posicionado para fazer as fotos abaixo.

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Missão cumprida! Finalmente após quase seis meses de produção, ficou pronto o nosso tão sonhado presente para a Lidiane Silvestre, minha prima. Foi extremamente gratificante fazer parte da confecção de um livro que reúne 17 episódios fantásticos das “aventuras” dessa jovem pela França. Uma honra que eu agradeço à Glória Silvestre, minha tia, e divido com a diretora de arte, Roselle Calzolari, que emprestou um pouco da sua sensibilidade e alma feminina para me ajudar a realizar mais esse projeto paralelo que, vez ou outra, acabava se tornando uma prioridade. Obrigado à Lid, obrigado a todos e salve, salve Jorge!!!


OLHOS DE LID
“A janela da alma, o espelho do mundo”

Foi com sua capacidade de observar e a facilidade de relatar o mundo a sua volta, que Lid brindou a todos com suas fantásticas aventuras. Pelos olhos de Lid percebemos o quanto hoje em dia podemos nos sentir próximos até mesmo de quem está geograficamente distante, e pela internet compartilhamos “de perto” todas as experiências e acontecimentos que passavam frente às suas retinas.

Nessa relação à distância, com a web servindo de cenário e meio para vivenciarmos os deliciosos relatos de Lid, encontrei o que seria a “cara” desta compilação com suas aventuras pela França. A espontaneidade de um texto abreviado e não acentuado e as mensagens de carinho e incentivo enviadas por amigos em seus blogs, tornaram-se recursos gráficos de um livro que traz à tona os talentos e a sensibilidade de observação de Lid.

As aventuras de Lid na França nada mais são do que traduções do olhar dessa jovem de vinte poucos anos que, mesmo distante da família e dos amigos, encontrou na web a janela para expor a sua alma e espelhar o seu mundo.

Valter Meksenis

Capa do livro As Aventuras de Lid na França (via web)

Recentemente tive o privilégio de desenvolver em parceria com o designer Jota Personal o projeto gráfico do primeiro CD da banda Piracabeça. Quando recebi o convite no meio do ano, logo vi que ali eu não estaria apenas dando a minha contribuição para a realização de um sonho dos garotos da banda, mas que acabava de me envolver em um projeto de muito valor para a cidade de Piranga.

A gravação do CD Piracabeça já é por si só um marco na história cultural da cidade, pois trata-se do primeiro trabalho musical, e de inteira autoria, de um artista local. Obviamente que hoje em dia contamos com toda uma tecnologia a nosso favor que nos possibilita tornar o feito de ter um disco gravado muito mais acessível do que em outros tempos, mas nem por isso podemos diminuir a importância desse registro e a representatividade que o trabalho idealizado por esses jovens tem para a cidade.

Para que no futuro isso não acabe se tornando mais um acontecimento isolado na história de Piranga, é preciso que a sociedade esteja consciente do seu papel na valorização de qualquer tipo de iniciativa como essa. Só assim abriremos os caminhos para que muitos outros piranguenses, independente da idade, sintam-se incentivados a exteriorizarem suas idéias por meio da arte, seja na própria música, nas artes plásicas, literatura, poesia, fotografia ou qualquer outro tipo de manifestação cultural. Isso não só cria mais opções de entretenimento para a região, como contribui para elevar o nome de Piranga no cenário cultural mineiro.

Não resta dúvida de que e possível fazer muita coisa boa por aí, mas para isso temos que reaprender a fertilizar os talentos culturais dessa terra, sem distinções partidárias ou, como diz a própria Piracabeça: “livre de qualquer preconceito. Seja ele de raça, de credo ou de cor”. Eu já comecei e confesso que foi muito bom.

Valter Meksenis
Rio, 12/12/2006

cd piracabeça

Artigo publicado na edição de dezembro do Jornal Tribuna de Piranga.

Cara, esse video do nosso rei é maravilhoso por alguns motivos:

  • O orgão de churrascaria da via Dutra;
  • A cena digna de 007 do helicóptero passando dentro do túnel (isso foi em 1967);
  • Um Rio de Janeiro que parecia mais uma cidade de interior (procure pelo Rio Sul);
  • E quando finalmente você está convencido de que em 67 não havia tecnologia suficiente para uma montagem (nem um cromaqui básico)… eis que surge o rei… sobrevoando o cristo…empolgadão… dando tchauzinhos… totalmente desinibido…seguuuuuro até posar em um heliporto no terraço de um prédio…  com o total controle da situação.

         Ah!!! e como se já não bastasse,  cantando em italiano. Genial!!!Uma obra prima!!

 Versão CCAA para o clip do Red Hot Chili Peppers. Um videozinho amador que rolou na minha frente e que eu acho melhor do que qualquer outro clip da banda 

Contrariando todas as expectativas catastróficas, o show dos Rolling Stones no Rio foi marcado pelo clima de paz. Mas a maior surpresa do evento ficou por conta da fila do gargarejo mais desanimada da história do grupo no Brasil. O espaço reservado às chamadas celebridades, esteve na maior parte do tempo apática, Até mesmo em “Satisfaction” dava-se para sentir falta daquele calor sincero da massa próxima ao palco. A “indústria da fofoca” mostrou não ter só privilégios, mas força para contagiar até mesmo o bom e velho espírito Rock ‘n’ Roll. Bons tempos eram aqueles, lá nos anos 60, quando o até então “bom rapaz” John Lennon não perdoou os privilégios de ninguém menos que a rainha da Inglaterra, e em uma apresentação dos Beatles em Londres interpelou o público com a histórica frase: “As pessoas da galeria podem aplaudir, as dos camarotes bastam chacoalhar as jóias”.
Já os VIPs de hoje valem muito menos, e no maior show da história do rock, parecem preocupar-se em conter a euforia, talvez para não borrar a maquiagem e acabar saindo mal nas capas de revistas. À organização do evento e patrocinadores fica a lição: fila do gargarejo em show de rock é pra gente do povo. Como diz Sir Jagger: “It’s only Rock ‘n’ Roll, but I like it”!

Valter Meksenis

carta enviada para o jornal O Globo em 20 de fevereiro de 2006